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Vale-transporte das domésticas deve ser reajustado para atender o aumento das tarifas

Empregador deve adiantar o valor das passagens necessárias para o trabalhador se deslocar de casa para o trabalho durante o mês. Patrão pode descontar 6% do salário relativo ao transporte

Até o início de fevereiro, diversas cidades brasileiras terão reajustes nos valores das passagens do transporte público. Os aumentos atingem ônibus, trens, metros e barcas. Logo na primeira semana do ano, cidades como São Paulo tiveram as novas tarifas implantadas, na capital paulista os metrôs e trens passaram de R$ 4,00 para R$ 4,30, o acesso unitário. No Rio de Janeiro, o aumento está previsto para fevereiro nos trens e nas barcas. Os trens passam de R$ 4,20 para R$ 4,60. Já a tarifa das barcas vai de R$ 6,10 a R$ 6,30.

Os aumentos impactam de forma mais sensível quem utiliza o transporte coletivo diariamente, isto inclui os trabalhadores domésticos e consequentemente os empregadores. O vale-transporte é um direito do empregado e um dever do empregador.

Entenda o vale-transporte

O patrão adianta mensalmente o valor das passagens necessárias ao empregado para ir e voltar de sua residência para o local de trabalho. A quantidade e o tipo de transportes necessários para o trajeto são definidos na contratação. O empregador poderá descontar 6% referente ao vale transporte do valor do salário do empregado, desde que o valor do desconto não seja maior do que o valor das passagens. Saiba mais sobre como funciona o vale transporte clicando aqui.

O empregador doméstico precisa ter atenção

Antes de reajustar, é necessário confirmar os novos valores da passagem, que variam de acordo com cada localidade, é necessário consultar individualmente os sites oficiais dos governos e prefeituras.

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